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Estudos e Meditações
Unção faz a diferença!

Unção não é um termo fácil de se explicar, mas podemos ao menos clarear nossa idéia sobre o assunto. A palavra unção vem de ungir, de ungüento. Ungüento é um liquido gorduroso, usado como medicamento de uso externo, ou como especiaria ou perfume.

Unção não é um termo fácil de se explicar, mas podemos ao menos clarear nossa idéia sobre o assunto. A palavra unção vem de ungir, de ungüento. Ungüento é um liquido gorduroso, usado como medicamento de uso externo, ou como especiaria ou perfume.

A Bílbia Explica
Os hebreus davam grande importância aos bálsamos ou ungüentos, empregavam para perfumar os cabelos e aveludar a pele (Ec. 7.1;9.8; Et. 2.12). Eles ungiam ou embalsamavam os cadáveres, (Lc.26.56), certamente trouxeram este habito dos egípcios, com quais passaram quatrocentos anos. Os ungüentos comuns na Palestina consistiam de azeite perfumado. Nos rituais do tabernaculo usavam os bálsamos santos, ou consagrados à Deus para ungir utensílios e pessoas chamadas por Deus para cargos específicos. Os ungüentos eram caros, muito valorizados no comércio da época, por isso quando era usado em ocasiões especiais, homenagens, consagrações, apresentações, comemorações, nas mulheres em seus casamentos, nos mortos como já dito,etc. Ungir - Derramar óleo sobre a cabeça, ou aplica-lo a qualquer pessoa ou coisa. Ungiam-se os enfermos, os sacerdotes e os Reis. Os lideres espirituais eram os que podiam ungir, por terem a direção de Deus, a unção oficial era conferida aos profetas, aos sacerdotes e aos reis. (2 Sm. 12.20; Dn. 10.3; Mt. 6.17). Ungir a cabeça com óleo era ato de cortesia para com os hospedes e visitantes (Lc. 7.46).
Alguém que tem unção, alguém ungido, é alguém investido de poder, de autoridade. Alguém a quem foi dado posse de. Quando Deus separa alguém, quando o chama, Ele o unge. Na velha aliança essa unção era para pessoas específicas, mas na nova aliança a Palavra nos diz em I Pedro 2.9: “ Vós sois a geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido por Deus, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz”. O véu que separava o povo de Deus, onde só quem tinha acesso era o sumo-sacerdote, no momento da crucificação de Cristo foi rasgado de alto abaixo, e isso, para que entendêssemos que todos que recebem a Cristo têm acesso ao Pai, e esse texto nos ensina em todo seu contexto que somos sacerdotes de Deus, isso quer dizer que somos ungidos por Deus, ungidos de Deus para sermos seus sacerdotes na terra. Agora, além disso, quando passamos a fazer parte da família de Cristo, encontramos nosso lugar no “corpo” de Cristo, temos uma missão, um ministério, uma função, algo especifico para fazer em prol do Reino de Deus. E aí nós recebemos a graça especial, a capacitação, o revestimento para exercer tal posição, seja ela qual for. Somos consagrados por Deus, investidos de autoridade, somo empossados para atuarmos onde Deus designou. Há sobre nós a unção para o propósito para o qual fomos chamados.
Bem, ter uma habilidade natural, ter um talento de nascença (genético) ou adquirido, nos faz artistas, mas ter essa habilidade, ou talento, regado com o óleo de Deus, nos faz ungidos de Deus! E isso faz toda diferença. Um artista encanta, arranca suspiros, inspira admiração, aplausos, emociona, enche os olhos. Mas um ungido, penetra a alma, arranca feridas, quebranta corações, faz reconhecer pecado, cura, liberta, transforma, além de encantar, arrancar suspiros, atrair admiração, aplausos, risos, lágrimas, não para si, mas para o autor de sua fé, para o compositor de sua missão: Deus, o único digno! Quem tem unção tem o sobrenatural de Deus evidenciado em sua vida.


Um Referencial Bílbico
Quero analisar com o leitor um pouco sobre alguém ungido por Deus que tem muito a nos ensinar: Sansão. Na história de Sansão não o vemos sendo ungido como já estudamos, com óleo sendo derramado em sua cabeça, mas sabemos que Deus o separou para algo especifico e o capacitou para isto. Deus o investiu de autoridade, então era um ungido de Deus, não por ritual oficial, mas a escolha de Deus já o evidenciou assim. Ao ler Juízes do capítulo 13 ao 16 poderá se entender melhor o que vamos descorrer.
O poder de Sansão, sua força, sua autoridade não estava no comprimento do seu cabelo,mas na sua obediência, o anjo que apareceu aos seus pais foi bem claro ao dizer no verso 14, que a mãe do menino teria que obedecer tudo quanto ele tinha ordenado em nome de Deus, inclusive não cortar o cabelo do menino. Tudo se resumia a obediência. Sansão tinha muita força, era exatamente o que ele precisava para cumprir sua missão, muita força. Os israelitas estavam nas mãos dos filisteus a quarenta anos, e precisavam de um libertador, Deus escolheu Sansão, nascido por um milagre. E ele derrotava os filisteus sempre que lutava com eles, liderou Israel durante vinte anos, uma vez depois de uma grande luta teve sede e clamou à Deus, e imediatamente o Senhor abriu uma rocha e lhe deu água. Sansão não tinha só força física, ele era um líder, que julgava, defendia, intercedia, e tinha total proteção divina. Mas um dia ele deslizou, se envolveu com quem não devia, cedeu aos caprichos da carne e desobedeceu, quebrou a aliança com o seu Senhor, e perdeu a unção. Que conseqüências terríveis ele sofreu. Foi preso, furaram seus olhos, e escarneceram dele, usaram-no para diversão, para rir de sua desgraça. Com o tempo os cabelos de Sansão tornaram a crescer, mas o que o fez ter novamente forças não foram seus cabelos compridos, mas o seu arrependimento, seu clamor, no verso 28 do capitulo 16, Sansão ora pedindo a Deus que olhe para ele e lhe devolva a força, pela última vez. E Deus mais uma vez foi misericordioso. “ Assim, Na sua morte, Sansão matou mais homens do que em toda sua vida”. V.30
Você também é um milagre de Deus, nasceu para um propósito especifico, e Deus lhe dá a unção necessária para cumprir esse propósito, a força, a capacitação, a provisão. Mas ele exige obediência, essa capacitação para o exercício do ministério é condicional, se obedecemos temos a unção, se não, perdemos a unção. E quais as conseqüências/ Usarei do texto da narração da história de Sansão para aplicar algumas verdades à nossas vidas:
1.Somos aprisionados. Quando perdemos a unção tal qual Sansão somos presos pelos nossos inimigos: a carne, o mundo e o diabo. Ficamos presos em nossos prazeres e desejos, em nossos conceitos, em nosso ego. Que por sua vez nos leva a querer desfrutar daquilo que não devemos, e começamos a brincar com fogo, achamos que somos fortes demais, pois já fizemos muito e não percebemos que estamos nos afastando de Deus. E então nos tornamos alvos das gargalhadas do inimigo, do seu julgo de acusação e angustia.
2.Perdemos a visão. Se há algo precioso na vida do cristão é a visão que Deus lhe dá. É ela que nos leva longe, que nos guia, que nos faz conquistar, ter forças para continuar quando tudo está difícil. Mas furaram os olhos de Sansão, que quando orou pela última vez, pediu forças para vingar a perda de seus olhos, de sua visão. Sem unção de Desu não temos visão, sem visão não temos alvo, não temos referencial, não temos direção.
3.Somos alvo de escárnio. O mundo e o diabo esperam o dia de nossa queda, só para desfrutar o parzer de zombar do nosso Deus e de nós. Eles nos fazem de palhaços, e os aplausos agora não são pelo agir de Deus, mas pelas bobagens que fazemos, que falamos, como andamos e aonde andamos, como nos vestimos, como nos portamos. Sem postura, cabis baixo, desajeitados, trôpegos.
Conclusão: Se temos unção temos capacitação, força, provisão. Se não temos unção, somos escravizados, perdemos a visão, somos escarnecidos, derrotados, fadados ao fracasso. A unção não se negocia, ela é dada por Deus em total graça no ato de sua escolha soberana. O que precisamos é ter a direção de Deus quanto a nossa missão, para que eu nasci/ Sei que é para ser adorador, servo de Deus, mordomo do Senhor, mas, aonde/ Em qual lugar vou servir/ Vou ser mordomo de que especificamente/ Da portaria, do ministério infantil, do patrimônio da igreja, da igreja como pastor, do ministério de louvor/ Onde servir, e como servir, seja aqui ou no Japão/ Não é o lugar geográfico, é o lugar no Reino, que precisa ser descoberto. E então em qualquer região encontrada no Atlas que Deus lhe enviar você será útil e terá unção para cumprir sua missão.
Não há dúvidas, a unção faz toda diferença!

Miss: Gleydice Bernardes
Líder do Ministério de Louvor Tenda do Encontro.

 

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